O Blog virou site
Hey! Novidades: Agora o Amarelo Jaune virou site, entre em:
http://www.amarelojaune.com
beijo beijo!

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Tchombas
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Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009
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People do meu Brasil....
voltei de Ny com a cabeça laranja e cheia de idéias!
o amarelo jaune está meio paradão pois estamos preparendo uma surpresinha.
Enquanto isso, não deixem de passar na 2ª Mostra de Cinema Rock e Totem no senac de Copa!
Ontem foi a abertura com exibição do filme "Jupiter's Dance" e super show VulgoQinho&OsCara...mais detalhes jajá!
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Beta Germano
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Quinta-feira, Setembro 11, 2008
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Ainda é verão em NY…ainda é tempo de aproveitar o calor e deixar os pés das moças “respirando” em chinelinhos e sandálias baixas , afinal jajá o frio volta e as botas ou sapatos fechados serão companheiros por cerca de 5 meses. É isso mesmo: sandálias baixas...nada de salto Manolo. Isabelle, jornalista da revista people, explica: “Andamos tanto pelas ruas que não dá para usar saltos ou bons sapatos, pois a cidade acaba com eles . Estou sempre com meus chinelos e carrego o sapato na bolsa para ir a algum evento ou trabalhar. Sabe a Carry do Sex and the City? É tudo mentira. Ninguém sai passeando por NY de salto alto...a não ser que ela só ande de taxi.” Ela conta que no verão todos salões fazem promoções para fazer os pés (50 dólares!) pois todas estão loucas para deixá-los free! Unhas a amostra colorem a cidade: além do tradicional vermelho, as cores mais comuns deste verão são o laranja e o rosa! A vendedora da SEVEN (uma multimarca supercool daqui) que o diga: Não temos mais esmalte laranja para vender e o rosa está acabando.
Ah, havaianas bombam!
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Beta Germano
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Quarta-feira, Agosto 20, 2008
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Quem estiver em Londres não pode deixar de visitar o Barbican Museum. A exposição mais comentada no mundo da moda comemora os 15 aninhos da dupla Viktor & Rolf. A novidade é que desta vez você não vai ver aqueles manequins de "museu de cera" , mas bonequinhas de porcelana liiiiiindas vestindo uma mini-réplica dos vestidos mais marcantes da carreira de Viktor & Rolf, como o vestido-travesseiro que aparece em uma das fotografias de David Lachapelle ou a camisa com vários colarinhos!
Dizem as más línguas que algumas réplicas demoraram o dobro do tempo para serem confeccionadas em relação as originais. As bonecas têm make e cabelo similares aos das modelos que apresentaram as peças nas passarelas .
Vejam que graça:


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Beta Germano
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Domingo, Agosto 17, 2008
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Donovan sempre teve razão: Yellow is the color that I love best.
And so does style.com!
Fizeram uma matéria ótima com as últimas tendências amareladas: amarelo gema, amarelo açafrão e amarelo ouro. Sempre com uma peça neutra para destacar ainda mais a nossa cor preferida.
Enjoy:









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Beta Germano
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Terça-feira, Julho 22, 2008
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Labels: amarelo, moda, referência, tendência
No more blacks...
Parece que os russos andam assustados. Depois de banir a comemoração do Halloween em outubro do ano passado, as escolas públicas da Russia agora não querem aceitar alunos vestidos no estlo gótico ou emo.
Em outubro, alegou-se que a tradicional festa americana utiliza elementos religiosos não somente para o culto mas para também caçoar da morte. Foram proibidas as abóboras, imagens de bruxa e festas a fantasia. Alexander Gavrilov, representante do ministério da educação, afirmou que "isto destroi as mentes dos jovens, colocando em risco a sanidade mental e moral da nação". Não é maluco?
Semana passada as escolas públicas resolveram pegar no pé de algumas tribos fashionistas: nada de batom roxo, unhas escuras, camisa preta, caveiras e franjinhas. Emos e góticos não podem mais andar livremente pelos halls da escola pois suas roupas "incentivam o suicídio". A boa e velha "liberdade de expressão" parece não fazer muito sentido para os dirigentes da Russia, mas já está super consolidada em todo o mundo e, talvez por isso, ontem já começaram os primeiros protestos contra a decisão na Sibéria.
Agora é ver para crer.
Além dos jovens russos, a trupe fashionista também parece désolé: por que banir um estilo tão rico e recorrente no trabalho dos maiores estilistas do mundo?
"Everyone from YSL to Gaultier and Marc Jacobs have incorporated both goth and emo influences into their work - even Burberry spun their Medieval hardware in the way of My Chemical Romance fans with giant pyramid spikes and blades on their recent round of handbags. And don't even get us started with McQueen..." (fashionista.com)
We want black back!
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Beta Germano
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Segunda-feira, Julho 21, 2008
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Pelo visto a síndrome da preguiça de criar não é privilégio dos estilistas brasileiros. Existem "copiadores profissionais" que buscam o caminho mais rápido para o lucro em todos os lugares do mundo...assim como as mentes brilhantes da moda: WE LOVE GIVENCHY.
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Beta Germano
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Quinta-feira, Julho 10, 2008
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ok. Lá estava eu dando uma olhada no nosso querido style.com e comecei a ficar intrigada com um detalhe: absolutamente todos os looks das pessoas que compareceram a um evento aparentemente "cool" estavam com alguma peça descrita como "vintage"! Era algo assim: "fulana usa saia Dior, blusa Balenciaga, sapatos, luvas e chapéu vintage”; "beltrana usa bota Chanel e vestido vintage" ; "ciclana, all vintage"!!!!!
Então pensei: ou as meninas da eu amo ( www.euamovintage.com.br) estão ARRASANDO ou a palavra vintage não esta sendo devidamente usada. Ao que me parece, para o style.com tudo usado por fashionistas que não é de alguma super marca pode ser genericamente classificado como "vintage". Eu modestamente sempre achei que vintage fosse algo "antiguinho" com cara de anos 70 para baixo. Ou seja, uma blusa de quando tinha 10 anos é VELHA e não VINTAGE.
No entanto, quem sou eu para criticar o style? Será que se eu comprar uma blusa hoje e daqui 5 anos não quiser mais e dar para um brechó ( e não para a filha da empregada como de costume) alguém vai comprá-la e ficar mega feliz com a nova "blusinha vintage que fica perfeita com aquela saia da Maria Bonita"?!?!Quando afinal uma roupa passa a ser qualificada como vintage?Depois de 20 anos? 10 anos? 5 anos? 1 ano?
Depois fui dar uma olhada nas ofertas da TOPSHOP e o que eu encontro???? A lace dress vintage por 45 libras!!! Como a topshop pode vender milhões de vestidos vintage (iguais) pelo website? Talvez nos anos 50 alguma loja tenha feito uma super liquidação de vestidos de renda cinza. E mês passado todas velhinhas que aproveitaram aquela oferta fizeram uma ação conjunta vendendo-os à loja de departamento inglesa......NÃO. Tinha algo de errado com minha concepção de roupa vintage.
Acabei buscando a resposta no oráculo do conhecimento mundial: WIKIPEDIA. Tecnicamente, uma roupa produzida antes dos anos 20 é definida como ANTIGA; entre 1920 e 1980 é definida como VINTAGE; as mais recentes são chamadas de MODERNAS ou CONTEMPORÂNEAS. No entanto, as roupas produzidas na era moderna com cara de períodos anteriores são chamada de RETRO ( de "retrospectiva"). Ou seja, o tal vestido da topshop deveria ser descrito como a lace dress retro! Certo? Hm...talvez não.
E toda aquela "vintagenisse" do style? O wikipedia também define a palavra como um termo geral para qualquer roupa ( nova ou não) de um "período anterior", ou seja um eufemismo para velho. É também usada como adjetivo e referência para outlet: "vintage clothing store."
Conclusão: Qualquer coisa pode ser vintage.
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Beta Germano
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Quarta-feira, Julho 09, 2008
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Eu - jornalista: o que me encanta na moda? O espetáculo. A comunicação visual. A roupa como expressão de cultura e comportamento. O suposto conceito. A chamada “inspiração” de uma coleção transformada em cores, texturas, formas, estampas... Transformada no andar daquelas meninas de 13 anos, que por alguns segundos podem ser as mulheres mais desejáveis, em cenários, em papel, em fonte, em cheiro, em sons - que têm a importante função de orientar o estado de espírito da platéia. Sim. A música tem um inexplicável poder sobre humor das pessoas, e é essencial para o público ver e entender uma coleção. Um desfile é como um ballet. Não bastam corpos esculturais... É preciso muita técnica, uma coreografia criativa, um cenário perfeito, um figurino coerente e que favoreça o movimento, uma música genial (ou a falta dela) e, como diria Glauber, “uma idéia na cabeça”. O espetáculo não é gratuito, assim como uma coleção e sua apresentação tanto na passarela, quanto em um catálogo ou vitrine.
Eu – estilista: qual a minha decepção? O vazio. A roupa pela roupa. Descobrir que todo esse encanto em torno de uma coleção é falso, não sei se por falta de interesse ou tempo. Quero acreditar que o problema aqui seja o tempo. Quero acreditar que o mercado fast fashion está engolindo “o estilo” das marcas brasileiras por estas serem obrigadas a seguir um calendário insano e, por isso, acabam sem ter condições de se aprofundar nos estudos para sua coleção. “Se aprofundar” é uma incoerência do mundo contemporâneo, na medida em que tudo está acessível, mas nada é verdadeiramente consistente. O tempo que corre mais rápido atropela a criação. E o excesso de informação limita. Assim, para produzir há apenas a preocupação em “seguir as tendências internacionais” e para isso contratam consultoras, viajam e olham desfiles na internet. Não que eu desvalorize esse tipo de informação, afinal o consumidor obedece a padrões estudados por grandes especialistas e não posso negar o quanto o mercado da moda é assustadoramente poderoso. Afinal quem é um estilista que não vende? O que incomoda é que o simples ato de “seguir tendências” como se olhar para a Europa fosse olhar para o futuro (a previsão de tendência não é mais que uma tentativa de prever o futuro – um dos poucos desejos que o homem ainda não conquistou para estar mais convencido de sua superioridade) me parece por demais vazio. Dessa maneira, decidi não “fazer moda”, mas somente “pensar moda”. Mas quem sou eu para simplesmente não gostar do sistema ou me enganar dizendo que posso escolher não me envolver?Já estou envolvida. E proponho a busca de conteúdo para estes estilistas porque quero dar significado à moda brasileira. Pensá-la sempre, mas trabalhar para se torne cada vez mais densa e comunique esta cultura e este tempo. Afinal, assim será mais gostoso pensar...
Eu – figurinista. O que me deixa cada vez mais realizada em trabalhar com moda? É a história, a arte, a sociologia, a psicologia, a semiologia, a política, a economia, a antropologia da roupa. O coração palpita, os olhos enchem de água e a vontade é de gritar bem alto: a moda pode ser efêmera ( o que não necessariamente a leva à futilidade, apenas a mais um sinal do mundo contemporâneo) mas a ROUPA diz muito mais do que bonitos corpos em produtos desejáveis...Há, ainda, a relação da roupa com o corpo. A roupa encarnada que se transforma e pode ser codificada e decodificada de formas tão diferentes. Tudo depende de quem vê o corpo vestido. Signos da roupa. Quero descobri-los. É esta a minha bandeira. Quero dar significado à moda brasileira.
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Significado: relação de estima, importância, valor, conteúdo semântico de um signo lingüístico, sentido, conceito.
Significar: dar a entender por sinais, indicar, mostrar, fazer compreender, querer dizer, traduzir, fazer conhecer, participar, comunicar.
Fútil: Leviano, frívolo. Vão, inútil. Que tem pouca ou nenhuma importância.
Efêmero: Que dura um só dia; Passageiro, transitório
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Beta Germano
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Segunda-feira, Junho 16, 2008
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Fato é que o ser humano tem necessidade ACREDITAR em algo para viver bem. As pessoas precisam idolatrar ou defender seja um partido político, um time de basquete, uma banda de rock ou até uma estrela de cinema. Mais do que isso...elas tem que pertencer a um grupo que levante a mesma bandeira.
( "reconhecível" ) sem tornar-se repetitivo. Não é fácil, mas tem muita gente fazendo muito bem esse dever de casa.
Complicado é quando a marca muda completamente o estilo sem uma proposta clara de reposicionamento (sempre válido), deixando as clientes na mão. O que será que as fiéis consumidoras acharam do "desfile-nada" da Espaço Fashion? Estou curiosa para ver em que bicho isso vai dar!
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Beta Germano
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Quinta-feira, Junho 12, 2008
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Beta Germano
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Terça-feira, Abril 22, 2008
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Para quem é totalmente do Rock como a Beta uma seleção de produtos de caveira geniais:
Achei o produto muito bem realizado, parece pintado a mão. Só não gostei da luz azul dentro da caveira, deveria ser vermelha. Onde já se viu caveira com olhos azuis.
Sensacional, muito do rock tomar uma Coca Zero com gelos no formato de caveiras.
Moto preta, roupa preta e este capacete você vira um justiceiro mascarado. Será que a nova legislação dos capacetes de moto permite o formato de caveira?
http://www.pushindaisies.com/candypress/Scripts/prodView.asp?idproduct=524
Sim, o pão sai tostado com uma caveira!!!
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Tchombas
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Quarta-feira, Março 19, 2008
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